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Randy Quaid acusa 'monstruosa rede' de Hollywood de querer matá-lo

Ator dos EUA foi preso após ter seu pedido de asilo negado no Canadá

EFE

29 de outubro de 2010 | 10h59

O ator americano Randy Quaid reiterou nesta quinta-feira que está sendo perseguido por uma "monstruosa rede de fiscais, corretores de imóveis e advogados" que querem roubá-lo e matá-lo, motivo pelo qual se viu obrigado a pedir asilo no Canadá junto à esposa, Evi.

 

Intérprete de filmes como Independence Day e O Segredo de Brokeback Mountain, Quaid fez essas declarações numa improvisada entrevista coletiva em Vancouver (Canadá), depois de ter seu pedido de asilo negado pelas autoridades.

 

Randy e Evi Quaid foram detidos no último dia 21, quatro dias após chegar ao Canadá, em resposta a um pedido das autoridades americanas que emitiram um mandado de prisão contra o casal, acusado de vandalismo por um incidente ocorrido na Califórnia.

 

Quaid, irmão do também ator Dennis Quaid, negou as acusações. "Não somos criminosos, nem fugitivos da Justiça e não estamos loucos".

 

O ator também repetiu sua tese de que oito atores amigos seus, entre eles David Carradine, Chris Penn e Heath Ledger, foram mortos e que ele e sua mulher estão na lista dos supostos assassinos.

 

As mortes de Carradine, Penn e Ledger são oficialmente consideradas acidentes.

 

"Achamos que há um tumor maligno de assassinos de estrelas em Hollywood", assinalou. "Acho que estes atores foram liquidados, e acho que muitos outros, como Britney Spears, Lindsay Lohan e Mel Gibson, estão sendo manipulados para obter seu dinheiro".

 

O Conselho de Imigração e Refugiados do Canadá decidiu adiar a audiência sobre o pedido de asilo de Quaid até o dia 8 de novembro.

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