Preconceito contra profissionais de língua portuguesa

Enquanto a maioria dos cineastas estrangeiros em Veneza conta com tradutores nas coletivas de imprensa, o português Manoel de Oliveira, de Palavra e Utopia´, não pôde responder em sua língua materna. A organização pediu que ele falasse em francês, fazendo a alternativa soar como um descaso com os profissionais de língua portuguesa. Sem falar que, ao responder em francês (para que um tradutor passasse para o italiano), Oliveira não conseguiu ser claro.

Agencia Estado,

01 de setembro de 2000 | 19h27

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