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Pixar revela os planos para animações até 2016 com 'Toy Story' e 'Divertida Mente'

Em São Paulo, Jim Morris, presidente da empresa, mostra cenas das novidades do estúdio e estará na Comic Con Experience

Pedro Antunes, O Estado de S. Paulo

06 Dezembro 2014 | 03h03

Desde o lançamento de Toy Story, em 1995, a Pixar segue na dianteira do mercado de animações para o cinema. Ao longo da história, foram estatuetas do Oscar, Globos de Ouro e gramofones do Grammy. Atualmente uma subsidiária da Disney, com quem teve alguns desentendimentos no passado, a companhia planeja comemorar o aniversário do filme responsável por virar a mesa a seu favor. Jim Morris, presidente da empresa, veio a São Paulo para mostrar as primeiras imagens das novidades programadas para os próximos dois anos - e ainda dar alguns detalhes do recentemente anunciado Toy Story 4

Com esta missão, Morris esteve diante de uma plateia formada por profissionais do mercado de cinema e jornalistas, na manhã de ontem, e hoje fará apresentação para fãs na Comic Con Experience, às 16h30. 

A primeira novidade confirmada é Divertida Mente, animação que se passa dentro da cabeça de uma garota pré-adolescente, prevista para 2 de julho de 2015. The Good Dinosaur, que chegará em 7 de janeiro de 2016, brinca com a possibilidade da não extinção dos dinossauros. Finding Dory, sequência de Procurando Nemo, estreia em 30 de junho de 2016, e centralizará a trama na peixinha. 

Toy Story, a franquia que deu início a tudo, ganhará um especial para a TV ainda em 2014, no Disney Channel, em 14 de dezembro, mas Morris promete surpresas para o ano que vem. “Vamos fazer alguns eventos para comemorar os 20 anos do filme”, contou. “Além disso, como vocês já sabem, estamos fazendo um novo Toy Story, mas este não será exatamente uma continuação da história mostrada nos três primeiros filmes.”

Embora o universo cinematográfico da Pixar liberte a imaginação dos diretores e criadores, Morris acredita que o mundo real os costura juntos. “A nossa filosofia é simples: fazemos filmes que gostaríamos de ver”, disse. “Gosto da ideia de filmes que são próximos da realidade. É possível imaginar que as formigas poderiam conversar, que monstros poderiam existir no guarda-roupa e que brinquedos ganhem vida.” 

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