Pierce Brosnan interpreta vilão no suspense 'Encurralados'

Filme dirigido por Mike Barker traz também Gerard Butler, de '300', e Maria Bello, de 'Marcas da Violência'

Alysson Oliveira, da Reuters,

08 de abril de 2024 | 11h22

Uma família em perigo é o centro do suspense Encurralados, que estréia em circuito nacional nesta sexta-feira, 25, trazendo no elenco o ex-agente 007 Pierce Brosnan, Gerard Butler (300) e Maria Bello (Marcas da Violência).  Veja também:Trailer de 'Encurralados' O filme foi dirigido por Mike Barker (Planos Quase Perfeitos) a partir de um roteiro de William Morrissey. Brosnan também atua como co-produtor. Maria e Butler são o casal Abby e Neil Randall. Eles levam uma vida sossegada com a filha pequena, em uma casa bonita e confortável. Ele é um publicitário, ela, uma dona-de-casa que pensa em retomar seu trabalho como fotógrafa. Tudo vai bem até que o inesperado acontece. Em um final de semana em que ele está se preparando para viajar a trabalho e ela vai passar o dia fazendo compras com uma amiga, a vida feliz do casal desmorona. Os dois estão no carro quando descobrem um homem com uma arma em punho no banco de trás. Trata-se de Tom Ryan (Brosnan). O sujeito explica que a menina está sob sua custódia - a babá é sua comparsa - e o casal Randall deverá fazer tudo o que ele mandar para preservar a vida da filha. Começa, então, um jogo de gato-e-rato. O sequestrador obriga os reféns a entrarem no banco e sacarem tudo da conta só para depois ele atear fogo ao dinheiro. Essa é apenas a primeira das tarefas. Encurralados brinca com a frágil segurança da vida da classe média, que pode ser destruída num segundo. A presença e as ameaças de Ryan na vida de Abby e Neil são a materialização de seus maiores medos e inseguranças. O sequestrador não diz a que veio - afinal, dinheiro não parece ser o que ele quer. Suas tarefas se tornam tão patéticas e sem sentido quanto humilhantes. Ryan conhece as maiores fobias de suas vítimas - como o medo que Neil tem de altura. Mas nada é comparado às ameaças à criança. O que fica no ar são as motivações do sequestrador. É isso que conduz a narrativa, mais do que o instinto de sobrevivência dos personagens.

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