Fred Prouser/ Reuters
Fred Prouser/ Reuters

Objetos e obras de arte de Robin Williams serão leiloados em Nova York

Ator que morreu em 2014 sofria de Demência de Corpos de Lewy, uma doença neurodegenerativa que altera o humor e os movimentos e causa alucinações

AFP

20 de julho de 2018 | 14h56

Esculturas, pinturas, relógios, objetos religioso: a coleção do ator americano Robin Williams, que morreu em 2014, e de sua segunda esposa, Marsha, será posta à venda no dia 4 de outubro pela casa de leilões Sotheby's em Nova York.

Entre as dezenas de lotes que serão oferecidos estão artigos do mundo do cinema, como uma toga usada por Daniel Radcliffe na saga Harry Potter (cuja venda está estimada entre 10 mil e 15 mil dólares) e outros acessórios de filmagens e figurinos, além de prêmios e roteiros autografados.

A coleção também inclui obras de arte moderna e contemporânea, como uma escultura de Niki de Saint Phalle, além de outras obras de grandes artistas de rua, como Banksy, Shepard Fairey e o francês Invader.

Uma parte dos lucros será destinada a organizações sem fins lucrativos, como o Wounded Warrior Project, que trabalha com feridos em conflitos armados, e a Juilliard School, uma prestigiada escola de música, teatro e dança sediada em Nova York.

Williams ganhou um Oscar em 1998 por seu papel coadjuvante em Gênio Indomável. Pai de três filhos, ele era conhecido por sua enorme energia e capacidade de improvisar piadas e estrelou filmes de sucesso como Bom dia, Vietnã e Uma babá quase perfeita.

Marsha, produtora de filmes e filantropa, foi sua segunda esposa. Eles foram casados de 1989 a 2010 e tiveram dois filhos. Williams cometeu suicídio aos 63 anos.

Sua viúva e terceira esposa, Susan Schneider, revelou mais tarde que ele sofria de Demência de Corpos de Lewy, uma doença neurodegenerativa que altera o humor e os movimentos e causa alucinações.

 

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