Nudez em 'Sex and the City' leva modelo francês à fama

O modelo e ator francês Gilles Marinifez carreira exibindo roupas, mas a fama só chegou com suanudez total, no filme "Sex and the City". Marini interpreta o vizinho de Samantha (Kim Cattrall), naversão para o cinema da série da HBO sobre a vida de quatronova-iorquinas. O francês de 32 anos, que há 10 se mudou para os EUA embusca de oportunidades como modelo e ator, disse receber umaavalanche de emails e ofertas de trabalho desde a estréia dofilme nos EUA, em maio. "Foi esse papel que me pôs no mapa. Para mim, foi comoganhar na loteria", disse Marini à Reuters, por telefone, deNova York, onde recebia um prêmio do canal a cabo Bravo -- o de"melhor bunda". "Simplesmente não esperava isso. Nunca atendi tantosjornalistas nem recebi tantos emails na vida. É uma loucura, eestou muito feliz com isso." Marini diz que nas últimas quatro semanas sua página nosite MySpace já recebeu mais de 17 mil visitas, e ele se viuobrigado a contratar um agente. Quanto às ofertas de empregoque não param de chegar, diz ainda estar avaliando. Filho de uma grega com um italiano, Marini passou anostrabalhando como modelo, especialmente para Georgio Armani emMilão. Fez algumas aulas de interpretação e teve pequenos papéisem programas de TV, mas nada muito expressivo -- até participarde um teste para "Sex and the City". Casado há dez anos, pai de dois filhos (George, 9 anos, eJuliana, 1), ele diz que não hesitou em tirar a roupa no filme. "As pessoas ao meu redor foram muito profissionais, entãopor que ficar nervoso?", afirmou, acrescentando que os europeussão mais relaxados a respeito da nudez do que osnorte-americanos. Para manter a forma, a receita dele é consumir poucoscarboidratos e fazer pelo menos 40 minutos de atividade físicapor dia. "Não como porcarias demais, mas tomo uma taça devinho, já que sou francês e seria um insulto não fazê-lo." A fama de galã, segundo ele, não incomoda nem vai subir àcabeça. "Talvez durante um tempo as pessoas me vejam como ocara pelado, mas assim que alguém me der uma chance de fazeroutra coisa eu posso provar o que posso fazer", afirmou. "Não tenho mais 18 anos de idade para perder o controlesobre o que eu sou. Isso é uma bênção. Fico muito humilde etocado com a atenção. É maravilhoso para a minha vida, para aminha família e para o meu futuro."

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.