No Rio, Samuel L. Jackson fala de racismo e cinema

O ator americano Samuel L. Jackson chegou ontem ao Rio de Janeiro para promover seu último filme, Violação de Conduta, que estréia dia 10 no Brasil. Vestido todo de preto, Jackson estava nervoso em frente aos jornalistas e chegou a ironizar algumas perguntas. Disse ser a favor do porte de armas e ressaltou que o racismo ainda existe em Hollywood, como em qualquer lugar do mundo. "O que importa é que o diretor faça dinheiro, seja ele branco, negro ou índio. Hollywood é uma fábrica que se importa unicamente em fazer dinheiro entretendo."Ele se mostrou bastante feliz por atuar novamente com John Travolta depois do sucesso de Pulp Fiction, em 1995, e falou da importância de festivais de cinema como o do Rio. "Há muito tempo estava querendo vir aqui no Rio, mas sempre havia algum trabalho que me impedia de conhecer a cidade", disse o ator. Citou Cidade de Deus, Madame Satã e Pixote como alguns dos filmes brasileiros que mais gostou. "Assisti a muitos outros, mas não costumo memorizar nomes ou coisas pelos quais não fui pago para memorizar", brincou.

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