Nicole Kidman é traumatizada por assédio de paparazzi, diz pai

Segundo Anthony Kidman, atriz confessou ter se sentido transtornada após ser perseguida em 2005

EFE,

07 de novembro de 2014 | 12h14

O pai da atriz australiana Nicole Kidman, Anthony Kidman, afirmou nesta quarta-feira, 14, que sua filha ficou traumatizada pela perseguição sofrida em 2005 por dois paparazzi em Sydney, na Austrália, e desde então tem medo de dirigir com os filhos, segundo a imprensa local. Anthony Kidman fez as declarações na Corte Suprema de Nova Gales do Sul, que julga um processo apresentado contra um jornal local por um desses dois fotógrafos, Jamie Fawcett. De acordo com o pai, a atriz confessou ter se sentido transtornada quando chegou à casa dos pais, em 23 de janeiro, após ser perseguida de carro por Fawcett e o também fotógrafo Ben McDonald. Nicole "sentia uma forte ansiedade", disse Anthony Kidman. A atriz também teria afirmado que esteve a ponto de sofrer um acidente em função da perseguição dos dois fotógrafos, o que foi confirmado na terça-feira, 13, pelo representante de Nicole, John Manning, que estava no carro no momento. O pai da atriz é uma das testemunhas no processo aberto por Fawcett contra o jornal The Sun Herald, propriedade da empresa Fairfax, que o definiu como o fotógrafo "mais odiado" de Sydney. Em setembro, a Justiça de Nova Gales do Sul determinou que o artigo publicado pelo jornal era difamatório, por isso as atuais audiências devem determinar se a Fairfax deve pagar uma indenização a Fawcett e, nesse caso, qual seria a quantia. É esperado na próxima segunda-feira o depoimento no tribunal de Nicole. Em 2005, ela processou Fawcett e McDonald por suposta violência pessoal, argumentando que a constante presença de ambos na porta de sua residência atentava contra sua liberdade de ir e vir. Foi emitida uma ordem de restrição que obrigava os dois jornalistas a se manterem a pelo menos 20 metros de distância da casa da atriz, mas a determinação foi retirada posteriormente.

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