Luisa Gonzalez/ Reuters
Luisa Gonzalez/ Reuters

'Mudança virá com os jovens. Olhem a Greta', diz Sebastián Borensztein ao 'Estado'

Durante entrevista exclusiva, diretor deu alguns detalhes sobre o senso de coletividade presente em seu novo filme, 'A Odisseia dos Tontos'

Entrevista com

Sebastián Borensztein

Luiz Carlos Merten, O Estado de S. Paulo

31 de outubro de 2019 | 06h00

Um filme feito em grupo. Esta é a melhor forma de definir o novo trabalho do diretor argentino Sebastián Borensztein, que veio ao Brasil para divulgar A Odisseia dos Tontos, filme que conta com a presença de Ricardo Darín, um dos - se não o maior - ator da Argentina de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Estado, Borensztein falou sobre o projeto, de como era trabalhar com o próprio pai e fez uma análise positiva do futuro.


Luiz Carlos Merten - Ricardo (Darín) destaca a importância, neste momento, de um filme baseado no coletivo...

Sebastián Borensztein - A Odisseia já nasceu assim. Lemos todos o livro, Ricardo, Chino, Federico (Porternak, o produtor) e eu ao mesmo tempo e começamos a trabalhar. Escrevi o roteiro com Eduardo Sacheri (o autor), mas todo mundo opinava. Mudamos muita coisa, o ponto de vista, o desfecho. Mas sempre com essa ideia de grupo e de uma dos tontos contra os fdp.


É seu melhor filme, concorda?

Claro que não, será o próximo, que nem sei qual será. 


Ricardo falou do prazer que foi trabalhar com Chino Darín...

...E eu compreendo. Durante anos trabalhei com meu pai, que foi um grande nome da TV, e meu medo era destruir a carreira dele.


A Argentina tem futuro com Fernández?

Tem de ter. Tenho uma filha e lhe digo: Os jovens vão mudar o mundo. Olhe o exemplo de Greta Thuberg.

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