Mel Gibson se diz perseguido por críticos de seu filme

Depois de ser alvo de uma bateria de críticas que já dura meses, Mel Gibson resolveu responder. O diretor de A Paixão de Cristo, seu polêmico filme que estréia nos Estados Unidos na quarta-feira de Cinzas, acha que estão falando dele como um fanático religioso.De acordo com o site Ananova, ele vê as críticas ao filme como perseguição. "Estou sendo submetido a perseguição religiosa, perseguição como artista, como americano e como homem. Tentam fazer de mim um fanático religioso, mas tudo o que faço é rezar, por mim e pelo mundo", diz o astro. Gibson vem sendo acusado de instigar o anti-semitismo desde meados do ano passado, quando começou a projetar seu novo filme a religiosos cristãos e judeus. Algumas lideranças judaicas americanas viram na história uma tentativa de jogar sobre os judeus antigos a culpa pela crucificação de Cristo. A Paixão de Cristo é sobre as últimas 12 horas da vida de Jesus Cristo. O diretor negou por várias vezes que o filme seja anti-semita. A discussão, no entanto, vem gerando toneladas de publicidade gratuita para o filme. O que o filme mostra, o grande público só vai saber no dia 25. No Brasil, o filme estréia somente em março.

Agencia Estado,

17 de fevereiro de 2004 | 15h12

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