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'Mary Poppins' volta aos cinemas com Emily Blunt no papel que foi de Julie Andrews

A excêntrica babá britânica retorna 50 anos depois de encantar as plateias de todo o mundo pela primeira vez

Jill Serjeant e Rollo Ross, Reuters

30 Novembro 2018 | 14h32

Voando entre as nuvens com um guarda-chuva preto e segurando sua característica bolsa estampada, a excêntrica babá britânica Mary Poppins teve uma volta “quase perfeita” na quinta-feira, mais de 50 anos depois de encantar as plateias de todo o mundo pela primeira vez.

O Retorno de Mary Poppins, que se passa cerca de 20 anos após o filme que fez de Julie Andrews uma estrela, estreou em Los Angeles com um novo elenco e trilha sonora, mas com referências nostálgicas ao título original.

Mary Poppins, filme de 1964 estrelado por Julie e Dick Van Dyke, rendeu um Oscar de melhor atriz à protagonista e contou com uma trilha sonora premiada, com títulos que se tornaram clássicos como A Spoonful of Sugar e Supercalifragilisticexpialidocious.

Em O Retorno de Mary Poppins, Emily Blunt interpreta a firme, mas gentil e cantante babá que chega a Londres no início do século 20 para cuidar dos filhos dos já crescidos irmãos Banks, que aparecem no filme original.

Como no primeiro, O Retorno de Mary Poppins tem sequências de fantasia e muitos números musicais, inclusive trazendo de volta os pinguins dançantes animados.

“Realmente é uma viagem nostálgica, e presta homenagem aos filmes incríveis que todos crescemos vendo e que são tão representativos de tudo que lembramos como crianças”, disse Emily a repórteres no tapete vermelho.

“Mesmo assim estamos fazendo algo novo, e acho que é um filme cheio de sentimento e cheio de alegria”.

Lin-Manuel Miranda, criador do musical de rap Hamilton, assume o papel vivido por Van Dyke em 1964, mas como um acendedor de lampiões. Van Dyke, hoje com 92 anos, foi aplaudido de pé pela plateia de Hollywood na quinta-feira, 29, e aparece no filme como um banqueiro gentil e sapateador.

O Retorno de Mary Poppins marca a primeira vez em 54 anos que a personagem, criada em livros escritos por P.L. Travers nos anos 1930 e 1940, foi revisitada no cinema. A história também virou um musical exibido nos palcos da Broadway e de Londres 15 anos atrás.

O diretor Rob Marshall disse que se envolveu na sequência por sentir que o mundo precisava de um pouco da mágica de Mary Poppins.      

“O mundo está frágil, sabe?”, disse. “Eu o sinto pessoalmente, e sei que todos em nosso filme o sentiram, o elenco inteiro.”

A produção estreia mundialmente no dia 19 de dezembro e deve arrecadar 65 milhões de dólares em sua primeira semana, apenas na América do Norte.

 

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