Mary-Kate é dispensada da investigação sobre morte de Ledger

Oficial da polícia frisou que não há "indicação alguma de que os investigadores vão falar com Mary-Kate Olsen"

Efe,

08 de janeiro de 2028 | 22h24

A atriz Mary-Kate Olsen, amiga do ator Heath Ledger, não deve ser interrogada pelos detetives que investigam a morte do artista australiano, informou nesta segunda-feira, 28, o chefe do Departamento de Polícia de Nova York, Raymond Kelly.   Veja também:   Causa da morte de Heath Ledger deve ser revelada em 10 dias Ator Heath Ledger é encontrado morto em NY Família diz que morte foi acidental Morte choca a Austrália Galeria de fotos  Trailer de 'Batman', último filme de Ledger      Nos dias anteriores a morte do ator, vários meios de comunicação disseram que a Polícia nova-iorquina iria querer mais detalhes dos telefonemas que Mary-Kate recebeu de Diana Woolozin, a massagista que encontrou Ledger inconsciente num apartamento da cidade.   Kelly frisou, entretanto, que não há "indicação alguma de que os investigadores vão falar com Mary-Kate Olsen". O oficial disse ainda que a Polícia obteve "toda a informação necessária" depois que se reuniu com as testemunhas que estavam no apartamento, informa nesta segunda feira, 28, o site do jornal Daily News.   O nome da atriz foi envolvido na morte do protagonista de O Segredo de Brokeback Mountain (2005) depois que a massagista de Ledger, que foi encontrado morto na terça-feira passada, 22, telefonou três vezes para Mary-Kate do telefone celular do ator antes de acionar o serviço de emergência.   Além da massagista, os detetives interrogaram exaustivamente a empregada doméstica Teresa Salomon, que também descobriu o corpo de Ledger. A polícia ouviu ainda os três seguranças que Mary-Kate, de Los Angeles, enviou para a casa do amigo depois dos insistentes telefonemas da massagista. O chefe da polícia de Nova York reiterou que o laudo sobre as causas da morte do ator, que tinha 28 anos, vai demorar de seis a sete dias para ficar pronto.

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