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'Lula, o Filho do Brasil' está sendo visto como é, afirma Paula Barreto

Família mostra esperança na recuperação do diretor, em coma desde janeiro

Roberta Pennafort, AE

23 de setembro de 2010 | 16h54

 Paula Barreto, irmã de Fábio Barreto e produtora de 'Lula, O Filho do Brasil', acredita que "finalmente ele está sendo visto como o que é: nada além de uma boa história, um bom filme" - e não uma peça de propaganda política. "Talvez seja o mais adequado para nos representar, porque agrada muito aos estrangeiros. Rodei muito (em festivais), fui a Guadalajara, Nova York, Londres... Eles ficam alucinados, porque é uma história de superação, um épico. Não acreditam que foi feito com US$ 6 milhões, rodado em oito semanas."

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O filme estreou no dia 1º de janeiro e foi assistido por um milhão de brasileiros, segundo a produtora LC Barreto. Esperava-se bem mais. Os produtores admitiram que erraram na escolha da data, já que a concorrência com o blockbuster Avatar ajudou a derrubá-lo - junto com a polêmica gerada pela acusação de que seria um filme pró-Lula, e num ano de eleição.

Paula e família contam com a notícia para acelerar a recuperação de Fábio. Ele sofreu um grave acidente de carro no Rio no dia 19 de dezembro do ano passado, e não viu o filme estrear - não saiu do coma desde então. Está sendo cuidado em casa. "Com a notícia, espero que acorde. Temos esperança. Ele passa o dia com os olhos abertos, está mais esperto. Conversamos como se estivesse entendendo tudo."

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