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Jennifer Hudson testemunha no julgamento por assassinato de parentes

Ex-cunhado da cantora é acusado de matar a tiros sua mãe, seu irmão e seu sobrinho de 7 anos

EFE

24 de abril de 2012 | 13h50

Em meio a lágrimas, a atriz e cantora americana Jennifer Hudson testemunhou na segunda-feira no julgamento contra seu ex-cunhado, acusado de matar a tiros sua mãe, seu irmão e seu sobrinho de apenas 7 anos de idade em 2008.

Hudson, de 30 anos, foi a primeira testemunha da acusação na audiência realizada em Chicago (Illinois, EUA), dentro do julgamento contra William Balfour, o ex-marido de Julia Hudson, irmã da atriz.

"Nenhum de nós queria que ela se casasse com ele. Não gostávamos do jeito como ele a tratava", assegurou a intérprete, segundo a cadeia CNN.

A vencedor ado Oscar de melhor atriz coadjuvante por Dreamgirls - Em Busca de um Sonho assegurou que sempre tentou "não estar onde ele estava", em referência a Balfour, e lembrou sua próxima relação com sua mãe e a última vez em que viu sua família reunida.

"Fiz tudo que estava em meu alcance para voltar à casa", assegurou Hudson ao lembrar o dia do assassinato, quando, acrescentou, ela mesma identificou os corpos dos falecidos.

Na sequência, sua irmã Julia declarou que seu ex-marido ameaçou matar toda sua família depois de ela ter dito que não queria continuar a relação dos dois.

"Ele me disse: se me deixar, será a última a morrer. Antes eu matarei sua família", afirmou Julia Hudson, antes de dizer que já no dia do massacre identificou como suspeito Balfour, que foi detido no dia seguinte e acusado de assassinato dois meses depois.

No entanto, Balfour se declarou "inocente" das acusações de assassinato, e seu advogado defende que não há provas legistas que o relacionem aos crimes.

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