James Cameron volta às telas em terceira dimensão

James Cameron, diretor de Titanic desafia a indústria cinematográfica a, finalmente, entrar no século 21. Ele produziu e dirigiu o documentário Ghosts of the Abyss (Fantasmas do Abismo), que estréia marcada na sexta-feira nos Estados Unidos, em homenagem aos 91 anos do naufrágio do "navio mais seguro do mundo", em 10 de abril de 1912.Mas essa volta à musa do filme que garantiu a Cameron todos os prêmios de 1998 - e rendeu quase US$ 2 bilhões de bilheteria pelo mundo afora, tornando-se o filme mais popular da história do cinema - é, na realidade, menos importante do que os meios com que o diretor registra o reencontro: as novíssimas câmeras digitais 3D desenvolvidas especialmente para Cameron por uma joint venture da Sony e da Panavision. "Tenho esta obsessão com 3D desde o início do meu trabalho no cinema", diz Cameron, conversando com jornalistas num restaurante do complexo Universal Studios, imediatamente após a primeira exibição de Ghosts para a mídia. Não há grande novidade no material que Cameron apresenta em Ghosts of the Abyss: numa excursão realizada em setembro de 2001, partindo mais uma vez de um navio-laboratório russo, e tirando partido de seus dois submersíveis de grande profundidade, Cameron manipula duas câmeras Imax digitais 3D para mostrar, com uma riqueza espantosa, bela e terrível, cada detalhe da carcaça do transatlântico submerso nas profundezas do Atlântico Norte. As informações são do site da BBC em português. Para ler o noticiário da BBC, que é parceira do estadao.com.br, clique aqui.

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