Investimentos pela Lei Rouanet caíram em 2003

A captação de recursos pela lei Rouanet, 8.313/91, no total dos projetos acompanhados pela Agência Nacional de Cinema (Ancine) caiu de R$ 26 milhões, em 2001, para R$ 18 milhões, em 2003. O valor dos investimentos já havia diminuído em 2002, quando foi registrado um total de quase R$ 24 milhões de recursos. As empresas estatais continuam sendo as que mais investem na área cinematográfica e videofonográfica, apesar da verificação de uma queda de R$ 19 milhões para R$ 15 milhões nos aportes das estatais. A Petrobras Petróleo Brasileiro e a Petrobras Distribuidora são as duas primeiras na lista das que mais captam recursos, cada uma com R$ 5 milhões, seguidas pela Eletrobras, com R$ 3 milhões, e pelos Correios, com R$ 760 mil. O total de investimentos vindos de empresas privadas ficou em R$ 3 milhões em 2003, contra R$ 4 milhões em 2002, sendo a Brasil Telecom a que mais investiu, com R$ 750 mil. Os recursos captados por pessoas físicas são os únicos que mantiveram a tendência de crescimento. Em 2003, foram R$ 242 mil, aumento considerável em relação a 2002, com R$ 20 mil, e 2001, com R$ 10 mil. Os dados detalhados serão divulgados terça-feira, no site da Ancine.

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