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Iñárritu é modesto quando fala de 'Biutiful'

Filme do mexicano concorre ao Oscar, que será realizado no próximo domingo, 27

Ubiratan Brasil, de O Estado de S. Paulo, correspondente em Los Angeles,

25 de fevereiro de 2011 | 21h10

O diretor mexicano Alejandro González Iñárritu é, antes de tudo, um cético - mesmo com todos os comentários favoráveis a seu filme Biutiful (concorrente ao Oscar de longa estrangeiro e também ao de atuação, com Javier Bardem), ele é econômico nos comentários sobre suas possibilidades. "Tenho 20% de chance de ganhar, afinal, são cinco concorrentes", brincou ele, nesta sexta-feira, 25, em Los Angeles, durante uma coletiva de imprensa.

"Não sei se a vitória no Oscar ajude em alguma coisa, mas vai ser bom para alguns e ruim para outros", comentou. "Seja como for, no domingo, termino a última fase desse filme e já posso passar para o seguinte."

Tanto cuidado é justificado pelo passado não tão glorioso: trata-se da oitava indicação de um filme mexicano ao Oscar de estrangeiros, sem nenhuma vitória anterior.

Iñárritu lembrou ainda de agradecer os elogios explícitos que recebeu de figuras notáveis, como o ator Sean Penn e os diretores Werner Herzog e Michael Mann. "É algo de que temos de nos orgulhar."

Como é tradicional na sexta-feira que antecede a cerimônia da Academia de Hollywood, Iñárritu posou para fotos ao lado de seus concorrentes: Rachid Bouchareb (Fora da Lei, da Argélia), Susanne Bier (Em Um Mundo Melhor, da Dinamarca), Denis Villeneuve (Incêndios, do Canadá) e Giorgos Lanthimos (Canino, da Grécia).

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