Gisele Bündchen mostra seu "Táxi" em São Paulo

Na tarde desta terça-feira, Gisele Bündchen ainda não sabia que grife ia vestir na pré-estréia de seu filme Táxi, à noite, no Jardim Sul. Vestiu um Dior. Estava esplendorosa. Não é difícil, no caso dela.A übbermodel, no entanto, é uma mulher simples. Só jogando sujo para irritá-la. A assessoria disse que eram proibidas as perguntas pessoais. Ela se referiu a Leonardo DiCaprio como "meu namorado". Fez cara de surpresa quando o repórter pergunta se então é mentira que estaria namorando Ashton Kucher. "O Ashton? Mal cumprimentei o cara e já ficam inventando romance." No domingo, Gisele deu a bandeirada final da Fórmula 1, em Interlagos. Nesta terça, mostrou a convidados o filme Táxi, em que faz uma assaltante de bancos que usa carros supervelozes. Gisele confessa que ama a velocidade. "Não dirijo tão bem como no filme, mas não sou ruim no volante." Transfere a velocidade para a vida. Promete que quer chegar aos 80 anos tendo feito tudo. O que é esse tudo? "Tudo", insiste.Sua personagem é trambiqueira. Pode reforçar o preconceito contra o brasileiro no exterior. "Não acho", ela rebate. "O policial do filme não sabe dirigir e por isso alguém vai dizer que a polícia americana é incompetente?" Acrescenta que não é Shakespeare. "É diversão." E funciona. O filme, que estréia aqui dia 5, já faturou US$ 40 milhões nos EUA.Na cena mais divertida, Gisele faz uma revista geral na policial que a persegue. "O diretor me pediu que mostrasse a superioridade da personagem." Gisele não vacilou. Apalpou o bumbum da atriz Jennifer Esposito como o faria um homem. "Era meio homenzinho na minha infância. Representava a protetora das minhas irmãs. Quando os guris molestavam alguma, eu batia mesmo."

Agencia Estado,

27 de outubro de 2004 | 01h05

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.