George Clooney se mantém neutro no conflito entre sindicatos

Confronto pode desembocar em nova greve se partes envolvidas não firmarem pacto antes da próxima segunda

Efe,

08 de junho de 2027 | 12h24

George Clooney adotou uma posição neutra no conflito entre sindicatos de atores que afeta Hollywood e que poderia desembocar em uma nova greve se as partes envolvidas não firmarem um pacto antes da próxima segunda-feira. Veja também:Atores querem ajudar vítimas de ciclone em Mianmar O sindicato de atores Federação Americana de Artistas de Rádio e TV (Aftra, na sigla em inglês), o segundo em importância nos Estados Unidos, conseguiu um acordo com os estúdios no final de maio, similar ao obtido pelas associações de diretores e roteiristas, para prorrogar o convênio coletivo que os une por mais três anos. Mas o SAG (Screen Ator's Guild), o maior sindicato de atores do país, que procura melhorar as condições conseguidas pela Aftra em seu novo convênio coletivo, ainda não obteve um acordo com as produtoras, representadas pela Aliança de Produtores de Cinema e Televisão (AMPTP, na sigla em inglês). O atual contrato da AMPTP com os atores expira no próximo dia 30. "Os dois sindicatos têm razão", afirmou Clooney em mensagem divulgada à imprensa na quinta-feira, 26. "A Aftra sente que uma interrupção brusca no trabalho seria devastador para seus membros e o SAG acredita que se não traçarem uma linha, os estúdios repetirão sua estratégia com o DVD". O ator se referiu à renda obtida pelos intérpretes em comparação com o lucro obtido pelos estúdios com as vendas dos filmes ou as séries nesse formato de reprodução. Clooney propôs uma sugestão visando ao futuro: a criação de um painel de atores populares que se reuniriam com os diretores dos estúdios uma vez ao ano e que possa firmar um acordo a respeito do lucro que seja justo para os atores.

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