George Clooney, o mais celebrado nas passarelas

Astro leva uma hora para atravessar o tapete vermelho do Kodak Theatre, atentendo aos inúmeros fãs

Ubiratan Brasil, enviado especial,

08 Fevereiro 2025 | 15h12

A travessia no tapete vermelho pode durar mais de uma hora para alguns, como George Clooney, exibindo seu famoso sorriso a qualquer pedido de fotografia; ou apenas alguns minutos, como para Tommy Lee Jones, também simpático mas disposto a chegar logo ao seu lugar no Kodak Theatre. Como nem todos terminarão a festa com um Oscar debaixo do braço, esse é o momento de concentrar a atenção.   "Como essa é a primeira vez que venho a uma cerimônia do Oscar, resolvi trazer toda a família", contava, orgulhosa, Ruby Dee que, por conta de sua indicação a melhor coadjuvante por O Gângster, tornou-se, aos 83 anos, a mais velha atriz a disputar a estatueta. Para tanto, ela veio acompanhada de sobrinhos e filhos.   Familiares também vieram com Javier Bardem, que disputou o Oscar de melhor ator coadjuvante. Durante a caminhada de pouco mais de cem metros de tapete vermelho e antes de se sentar ao lado de Jack Nicholson e seus tradicionais óculos escuros, ele aproveitou para reencontrar os irmãos Ethan e Joel Coen, que o dirigiram em Onde os Fracos Não Têm Vez.   Estacionados no meio do caminho, os três, acompanhados da atriz Frances McDormand, mantiveram uma longa conversa, marcada por muitas risadas que chamaram atenção dos que passavam.   Mais apressada estava Helen Mirren. Vencedora como melhor atriz no ano passado por A Rainha, ela não escondia seu desejo de que a cerimônia não terminasse tão tarde. "É que tenho de filmar amanhã (segunda) logo cedo", justificou.   Aparentemente mais relaxado, George Clooney finalmente conseguiu chegar ao seu lugar, na primeira fila, do Kodak. O sorriso, no entanto, escondia um nervosismo. "Não consigo ficar totalmente relaxado quando disputo um Oscar", confidenciou. "Já estive mais, em outras cerimônias, mas impossível não sentir um frio na barriga."

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