Capitol Records
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Filmes de animação para assistir durante a quarentena

Em tempos de pandemia, ver ou rever o que antes se chamava de 'desenho' é cada vez mais, não apenas um programa para crianças, mas para toda a família

Luiz Carlos Merten, O Estado de S.Paulo

07 de abril de 2020 | 03h00

Chamada de oitava arte, para diferenciar do cinema – a sétima –, a animação passou por consideráveis transformações desde que a Bela e a Fera dançaram nos computadores da Disney, em meados dos anos 1990. Com a incorporação do digital, tornou-se tão perfeita, tecnicamente, que hoje em dia a projeção e identificação do público é praticamente a mesma diante das sagas estelares, que também se alimentam de efeitos. 

Em tempos de pandemia, ver ou rever o que antes se chamava de “desenho” é cada vez mais, não apenas um programa para crianças, mas para toda a família. Alguns são até coisa de adultos, vejam só.

O Submarino Amarelo

No começo dos anos 1970, a animação lisérgica do inglês George Dunning foi considerada a melhor, até ali, numa enquete com críticos e historiadores. Continua grande, passados 50 anos. Em Pepperland, a população é dominada por criaturas que odeiam música. Chegam os Beatles para salvar a situação. Era 1968, eles ainda estavam juntos. Produziram, criaram a trilha. Um clássico, e as cores psicodélicas são deslumbrantes. No YouTube e, sob encomenda, na submarino.com.br

Meu Malvado Favorito

A animação da Universal Studios e da Illumination Entertainment virou um fenômeno mundial. Gru é o vilão mais amado de todos os tempos, e ainda tem os Minions, os amarelinhos que o servem com devoção absoluta. A série soma três filmes e um spin-off, justamente o Minions. As crianças não param? Põe o Malvado para rodar. Na TV paga, no Megapix, e on demand, na Netflix.

Frozen

Com o subtítulo Uma Aventura Congelante, o primeiro filme registrou a maior bilheteria da história da Disney, o que não é pouca coisa. As meninas, principalmente, adoraram as princesas Elsa e Anna e o filme venceu o Oscar de canção (Let it Go, ou, em português, Livre Estou). Mas sabem de uma coisa? Divertido mesmo é o boneco de neve Olaf, dublado por Fábio Porchat. Na plataforma Clarovideo.

Ratatouille

Quando surgiu a história do rato que sonha ser chef, muita gente fez cara de nojo. Um rato do esgoto! Mas essa história de superação é tão bonita, e a cena “proustiana” do crítico de gastronomia é tão genial que se criou um culto ao filme. Como as madeleines de Em Busca do Tempo Perdido, o prato preparado pelo rato traz todo um passado de volta para o crítico – e o espectador. Quem nunca experimentou isso? Ma-ra-vi-lho-so. No canal Warner.

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