Filme japonês sobre samurais faz piada com tradições do Japão

O filme "13 Assassins" (13 Assassinos) do prolífico cineasta japonês Takashi Miike é uma refilmagem surpreendentemente convencional da obra de 1963 sobre samurais, mas ele injeta terror e humor suficiente para conquistar todos os espectadores do festival de cinema de Veneza.

MIKE COLLETT-WHITE, REUTERS

09 de setembro de 2010 | 11h26

O filme, um dos 24 concorrentes da principal competição do festival, é baseado na produção de mesmo nome de Eiichi Kudo, originalmente em branco e preto. A produção está de acordo com os gostos do presidente do júri, Quentin Tarantino, um fã das artes marciais.

"13 Assassins" se passa em 1844 e acompanha um grupo de 12 samurais e um agregado que tentam derrubar o cruel dono de terras Naritsugu, que estupra e mata de acordo com sua vontade, sabendo que está sob proteção de seu irmão, um xogum.

Liderado pelo nobre Shinzaemon Shimada (Koji Yakusho), os rebeldes sabem que estão em uma missão suicida contra número muito superior de inimigos, mas isso não impede que eles preparem uma batalha usando tropas elaboradas e técnicas de espada.

Em uma das primeiras cenas, uma menina de aparência sinistra e magra, que tem seus braços e pernas mutilados por Naritsugu, é trazida diante de Shinzaemon.

Ela não pode lhe dizer o que aconteceu com sua família porque sua língua foi cortada, mas quando ela escreve as palavras "massacre total", o heroi as guarda consigo e sai em busca de vingança.

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