Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90
Juan Herrero/EFE
Juan Herrero/EFE

Festival de San Sebastián herda filmes de Cannes e começa com menos estrelas

Festival de cinema será aberto na sexta, 18, com filme de Woody Allen, que não vai poder estar lá por restrições de viagens

Álvaro Villalobos, AFP

16 de setembro de 2020 | 11h28

Com medidas drásticas de segurança contra a segunda onda de contágios do coronavírus na Espanha, o San Sebastián inicia nesta sexta-feira, 18, seu festival internacional de cinema, com menos estrelas que em anos anteriores e vários filmes repescados do Festival de Cannes.

Seguindo o exemplo da Mostra de Veneza, que terminou no sábado passado, o  Festival de Cinema de San Sebastián celebrará o evento de 18 a 26 de setembro.

A organização um número 23% menor de passes na comparação com 2019 "para permitir um acesso mais ordenado", pois o evento "não pode acontecer nas mesmas condições dos anos anteriores".

A máscara será obrigatória em todos os momentos e a capacidade será menor, de 40% a 60% dependendo das salas. E o tapete vermelho foi vetado no hotel María Cristina, onde as estrelas e cineastas ficavam hospedados.

As restrições de viagens impediram as viagens de muitos diretores para apresentar seus filmes, incluindo o americano Woody Allen.

Na sexta-feira, 18, o filme mais recente do diretor nova-iorquino, Rifkin's Festival, ambientada no próprio festival de San Sebastián, será exibido no evento, após anos de problemas para as produções de Allen pelas acusações de abuso por parte de sua filha adotiva Dylan Farrow.

Após o cancelamento do Festival de Cannes em maio devido à epidemia, a cidade basca receberá em suas diversas mostras 17 títulos inicialmente programados para a Croisette.

Seis deles disputarão a Concha de Ouro, o prêmio máximo de San Sebastián, incluindo Été 85, do veterano diretor francês François Ozon, o drama familiar True Mothers da japonesa Naomi Kawase, e Druk/Another Round, do dinamarquês Thomas Vinterberg.

O filme de encerramento, fora de concurso, será El Olvido Que Seremos, do espanhol Fernando Trueba, uma adaptação do romance de mesmo nome do colombiano Héctor Abad Faciolince.

O júri da mostra oficial terá como presidente o italiano Luca Guadagnino, que exibirá fora de concurso a série de televisão We Are Who We Are, uma produção da HBO.

Entre os demais integrantes do júri estão a produtora espanhola Marisa Fernández Armenteros, o cineasta mexicano Michel Franco (Leão de Prata em Veneza com a distopia Nuevo orden) e a figurinista sueca Lena Mossum.

Em reconhecimento por sua carreira, o ator americano Viggo Mortensen, de 61 anos, receberá no dia 24 de setembro prêmio Donostia, após a exibição de Falling, sua estreia como diretor.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.