Festival de Cinema Brasileiro Fantástico Online
Festival de Cinema Brasileiro Fantástico Online

Festival de Cinema Brasileiro Fantástico Online começa nesta quarta

Até o dia 18 de maio serão exibidas 41 produções brasileiras, inclusive o inédito 'Sol Alegria'

Redação, O Estado de S.Paulo

11 de maio de 2021 | 20h00

Os fãs do cinema de horror, ficção científica, fantasia, absurdo e afrofuturismo podem aproveitar, a partir desta quarta-feira, 12, o 1º Festival de Cinema Brasileiro Fantástico Online, que vai até o dia 18 de maio e é gratuito. O projeto é dividido em três mostras: Retrospectiva, Realizadores Fluminenses e Inéditos do Brasil, e haverá ainda lives, sessões comentadas e uma masterclass.



Ao todo, 41 produções brasileiras, entre longas e curtas-metragens, estarão disponíveis no festival. Com exceção do filme Sol Alegria, que terá exibição especial e ficará disponível por 24 horas, todos os outros poderão ser vistos online durante todos os dias da mostra. 

O longa Sol Alegria, de Tavinho Teixeira, é inédito nos cinemas brasileiros, e fala de um futuro distópico no qual uma família viaja pelo Brasil, sobrevivendo a uma ditadura governista. Entre os nomes do elenco, está o cantor Ney Matogrosso no papel de um toureiro.

"É uma ótima oportunidade de refletir sobre a produção do cinema brasileiro fantástico deste século, apresentando filmes ligados a gêneros massivos como o horror e a ficção científica, mas também outros menos conhecidos como o afrofuturismo e o realismo maravilhoso”, comenta Fabrício Basílio, um dos diretores e curadores do evento.

 


Para assistir aos filmes, basta acessar a plataforma Darkflix/Wurlak através do site Festival Fantástico. Será necessário um breve cadastro com nome, e-mail e senha para o login.

Para Pedro Alves, curador do Festival de Cinema Brasileiro Fantástico Online, “a seleção de produções consegue apresentar os diferentes tons possíveis do fantástico. O conjunto de filmes selecionados apresenta a pluralidade encontrada na cinematografia fantástica dentro do nosso próprio país”.

 


O projeto conta com o patrocínio do Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

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