Exigido DNA de paparazzi no caso de Nicole Kidman

Um tribunal de Sidney ordenou hoje a um paparazzi, que forneça à polícia uma amostra de seu DNA, para facilitar as investigações do caso do microfone oculto encontrado em frente à casa da atriz Nicole Kidman.A escuta foi encontrada por especialistas em segurança, no dia 23 de janeiro, diante da mansão de Nicole em um condomínio fechado de Sidney, numa busca realizada pouco antes da atriz voltar para a cidade.O juiz local, Lee Gilmour, ordenou ao fotógrafo Jamie Fawcett que se submeta a fornecer uma amostra de seu DNA, solicitada pela polícia para compará-la com dois vestígios de DNA encontrados no microfone.Fawcett, que não havia sido acusado de delito algum, se recusou a fornecer amostras de seu DNA previamente para a polícia. O investigador Malcolm Nimmo disse ao tribunal que o microfone não registrou nenhuma conversa antes de ser descoberto.Para o advogado de Fawcett, Paul Russer, a ordem "não tem uma justificativa razoável", já que nenhuma conversa foi gravada e não havia provas de que seu cliente tivesse cometido algum delito. Acrescentou que seu cliente apelaria da ordem judicial. Nicole ganhou o Oscar de melhor atriz, em 2003, por seu papel como Virginia Woolf no filme As Horas.

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