ESTREIA-Nem efeitos especiais salvam 'Battleship' dos clichês

"Battleship - A Batalha dos Mares", mais um filme sobre a invasão da Terra por alienígenas, tem efeitos especiais caprichados, mas isto é muito pouco para oferecer ao espectador. Adaptado da Batalha Naval, que as crianças jogam desde antes dos anos 1930, o filme á apenas uma fita de ação barulhenta.

REUTERS

10 de maio de 2012 | 11h37

Os roteiristas Erich Hoeber e Jon Hoeber ("RED - Aposentados e Perigosos") criaram uma trama que inclui alienígenas que mais parecem um cruzamento entre Transformers e Jaspion -só para ficar no campo da cultura popular-, que aqui chegaram com o propósito específico de exterminar os terráqueos. Como todos os filmes do gênero.

Alex Hopper (Taylor Kitsch, de "John Carter - Entre Dois Mundos") é um jovem de vida desregrada que entra para a Marinha forçado por seu irmão, Stone (Alexander Skarsgård, de "Melancolia").

Ele namora Sam (Brooklyn Decker), filha do almirante Shane (Liam Neeson, de "Esquadrão Classe A"). Shane tem entre seus tripulantes Raikes, interpretada pela cantora Rihanna.

Fora as cenas de explosões e destruição de embarcações -afinal esse é objetivo do jogo-, não há muita ação em "Battleship". Não há diálogos dignos de nota - a maioria deles se resume a expressões como "Yeah", "Oh", "Aff", ou exclamações edificantes na linha "precisamos salvar o mundo".

Não dá nem para pedir mais dos atores, cujas falas mal são ouvidas por causa do barulho e da música incessante.

(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)

* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

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