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'Entre Nós', um filme sobre amigos

O ator Paulo Vilhena, que contracena com Carolina Dieckman, diz que amizade foi fortalecida

Entrevista com

Luiz Carlos Merten, O Estado de S.Paulo

27 de março de 2014 | 02h09

Foi difícil se integrar no grupo de atores de Entre Nós?

Sou amigo de vários deles, e em princípio parece fácil fazer com amigos um filme sobre amigos. Mas Entre Nós não é sobre o Paulo, o Caio (Blat), a Carolina (Dieckman). Estamos ali interpretando personagens, e as coisas já ficam mais difíceis. Todo personagem traz a sua identidade. O que posso dizer é que durante muito tempo sonhei com um papel como esse. Queria o desafio, e ao mesmo tempo me perguntava se corresponderia. Meu desejo foi atendido. O personagem veio, e acho que no momento certo. E quanto ao grupo, acho que a amizade foi fortalecida. Não se vive impunemente uma experiência como essa.

Você fala em desafio, em experiência. Qual era o grande desafio?

Todo personagem tem o seu desafio, ou os seus desafios. Num grupo em que algumas pessoas são muito bem-sucedidas, os ressentimentos e a amargura tendem a ser inevitáveis. O filme tem muito disso. É essa coisa de não se questionar só sobre a gente. Por que os outros conseguem? O comportamento do personagem é muito em cima disso.

Sua cena com Martha Nowill é a melhor de todo o filme. Como foi fazer?

A gente sabia que a cena era essencial. Nossos personagens evoluíam para ela. Havíamos ensaiado, preparado. Repetimos um monte. Umas 13, 15 vezes. O segredo foi que tentamos fazer de leve, não tornar as coisas mais pesadas. No final, estávamos esgotados, mas felizes. Tenho feito muita coisa que tem me exigido, mas igual aquilo nunca. Como ator, é bom sair da zona de conforto. Ousar é essencial.

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