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'Entre Nós' foi como uma formatura

Carolina Dieckman: "foi uma experiência muito forte para mim"

Luiz Carlos Merten, O Estado de S.Paulo

27 de março de 2014 | 02h09

Quando visitei o set, no sítio em São Francisco, você estava ressabiada. Era o auge da crise do vazamento das fotos. Isso influiu na criação da personagem?

Claro, embora eu não consiga imaginar como teria feito o filme, em outras circunstâncias. Mas, com certeza, influenciou no resultado. Minha personagem é mais calada na segunda metade. Fala pouco, e eu estava me sentindo vazia naquele momento. Aquilo tudo me machucou, e eu acho que transferi para ela. Queria marcar minha presença, me fortalecia no grupo de atores, que era formado por amigos. Foi uma experiência muito forte para mim.

Como você a definiria?

Vou me apropriar de uma definição que nem é minha, mas do Caio (Blat). Ele comparou o filme a uma formatura para todos nós. Acho que é isso mesmo. Como se todos estivéssemos nos graduando, mostrando do que somos capazes.

Você está com o Caio numa novela, a Joia Rara. Como é contracenar com ele?

O curioso é que, no começo, não contracenávamos na novela. Pertencíamos a núcleos diferentes da trama. Mas como ele é o monge budista e minha personagem, agora no fim, está criando um orfanato, nos aproximamos e estamos contracenando. O Caio é incrível, como amigo, pessoa, artista.

Você tem outro filme para estrear, o Júlio Sumiu. Como é estar em tanta coisa?

Há seis anos não filmava, e agora os dois filmes saem quase ao mesmo tempo. Júlio Sumiu é bem diferente, uma comédia. Estou adorando. Que coisa é melhor para uma atriz do que ser vista em diferentes facetas?

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