Doença rara mata cineasta Brian Gibson

O diretor inglês de cinema e TV, Brian Gibson, morreu aos 59 anos, vítima do sarcoma de Ewings, um tipo raro de câncer nos ossos, segundo informou ontem a Rede de Artistas Independentes. Gibson foi aclamado por filmes com as biografias de estrelas negras como Josephine Baker - o mito, de 1989 e Tina (What´s Love Got To Do with It?,1996), sobre a vida de Tina Turner, e por séries de televisão como O Júri. Gibson trocou a faculdade de medicina na universidade de Cambridge, pelo cinema e dirigiu alguns documentários cobre Medicina e Ciência para a British Broadcasting Corp. (BBC). Seu primeiro filme no cinema foi Breaking Glass, um musical de punk rock que fez com que ele virasse notícia em Holywood, em 1980. A partir de então, Gibson fez muitos filmes em Hollywood, incluindo A Jurada, com Demi Moore e Alec Baldwin. Seu filme sobre Tina Turner conquistou indicações ao Oscar para Laurence Fishbourne e Angela Bassett. Em 1997, Stephen Fry destacou-se no papel de Oscar Wilde em seu filme Wilde - o primeiro homem moderno, estrelado também por Jude Law. E fechando a década de 90, Gibson filmou Ainda Muito Loucos, uma paródia sobre roqueiros, estrelado por Bill Nighy e pelo comediante Billy Connolly, que teve muitas indicações ao Globo de Ouro.O cineasta deixa a mulher Paula Guarderas Gibson, duas filhas, a mãe Victoria e uma irmã June. O funeral será em Londres na próxima semana.

Agencia Estado,

06 de janeiro de 2004 | 16h34

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