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Divórcio de Gibson pode ser um dos mais caros entre famosos

Segundo a revista 'People', não há indicação de que Gibson e Robyn Gibson tenham assinado acordo pré-nupcial

da Redação com Reuters,

14 de abril de 2009 | 15h41

O divórcio de Mel Gibson pode ser um dos mais caros da história das celebridades, segundo a revista People. Segundo a publicação, não há indicação de que Gibson e Robyn Gibson tenham assinado um acordo pré-nupcial quando se casaram há 28 anos.

 

Ainda segundo a People, a fortuna do ator é estimada em cerca de US$ 1 bilhão, o que pode tornar esse um dos maiores divórcios de celebridade da história. Gibson lucrou US$ 600 milhões apenas com A Paixão de Cristo e tem ainda US$ 100 milhões investidos em imóveis no mundo todo e US$ 75 milhões por filmes e projetos para a televisão em que atuou ou que produziu.

 

Outros recordes de divórcios de celebridades, segundo a revista, foram Michael Jordan (que pagou US$ 168 milhões para Juanita), Neil Diamond (Marcia levou US$ 150 milhões) e Steven Spielberg (Amy Irving ficou com US$ 100 milhões).

 

Nos documentos do divórcio apresentados na Corte Superior de Los Angeles na segunda-feira, 13, Robyn Gibson pediu o fim do seu casamento de 1980 com o astro de Máquina Mortífera citando diferenças irreconciliáveis.

 

O casal, que tem sete filhos, pediu privacidade em um comunicado conjunto.

 

"Durante todo o nosso casamento e separação nós sempre nos esforçamos para manter a privacidade e integridade de nossa família e continuaremos a fazê-lo", disse o comunicado.

 

Não ficou claro por quanto tempo os Gibsons estão separados, mas uma notícia no site do programa de televisão de celebridades Entertainment Tonight disse que eles estavam morando separados há cerca de três anos.

 

Seis dos sete filhos do casal já são adultos. Robyn Gibson pediu a custódia conjunta do único menor, Tom, que fará 10 anos na terça-feira.

 

Mel Gibson, de 53 anos, um católico praticante, foi criado na Austrália e foi um dos mais bem pagos e mais populares atores do mundo na década de 1990, vencendo o Oscar de Melhor Diretor e Melhor Fotografia com o seu filme Coração Valente, de 1995.

 

Ele adotou um estilo de menor exposição pública desde o seu controverso filme de 2004 A Paixão de Cristo e desde a prisão por dirigir alcoolizado em Malibu, em 2006, quando ele lançou um discurso inflamado contra os judeus.

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