Diretor de 'Tão Forte e Tão Perto' quer mais filmes sobre o 11/9

Stephen Daldry, cujo "Tão Forte e Tão Perto" narra os atentados de 11 de setembro de 2001 pelos olhos de um menino de Nova York, acha que ainda é preciso fazer mais filmes sobre os ataques e suas consequências.

MIKE COLLETT-WHITE, REUTERS

10 de fevereiro de 2012 | 19h48

O filme, lançado em dezembro nos EUA, dividiu os críticos e a opinião pública. Daldry, que apresentou o filme na sexta-feira no Festival de Berlim, admitiu que para algumas pessoas sua obra foi prematura.

O britânico disse que tinha "a honesta consciência de que algumas pessoas iriam achar demais ou de menos, mas no final você precisa confiar nos seus instintos sobre o que acha apropriado".

Em "Tão Forte...", Tom Hanks interpreta um pai morto nos ataques com aviões sequestrados ao World Trade Center. Sandra Bullock faz o papel da viúva, o estreante Thomas Horn vive o garoto, e Max von Sydow encarna um misterioso idoso que se aproxima do traumatizado menino.

O filme exibe reconstituições de pessoas se jogando das torres, e as últimas mensagens telefônicas que o pai deixa, quando está retido nos arranha-céus em chamas.

O longa, baseado em um romance de Safran Foer, de 2005, não é o primeiro a abordar os atentados, mas gerou mais polêmica por focar na dor de uma única família, e especialmente no drama de um menino.

Daldry disse que consultou famílias que haviam perdido parentes nos ataques, e que levou seus comentários em conta.

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