Curta-metragem chega à periferia

A partir deste mês, o curta-metragem nacional ganha um novo público, o da periferia da cidade, resultado de uma parceria entre o Museu de Arte Moderna de São Paulo e o projeto Intervenções Urbanas, coordenado pelo cineasta Christian Saghaard. O projeto existe há quase um ano e realiza, atualmente, projeções de filmes na parede do Cemitério São Paulo, em frente ao bar "Ó do Borógodó". As exibições, em 16mm, serão realizadas em praças, ruas, estacionamentos e outros locais, sempre no final da tarde, tipo o Cinema Paradiso, do diretor italiano Giuseppe Tornatori. Haverá uma exibição no sábado, às 18:30, no campinho de futebol da Eberneze, em frente à sede da ONG - Ação Comunitária do Brasil. A instituição desenvolve um trabalho social e educativo nas regiões de Campo Limpo, Santo amaro, Capela do Socorro e Heliópolis atendendo anualmente mais de 6000 crianças e adolescentes. Programação:Viver a Vida (Direção: Tata Amaral/ 1991/ 10 min./ cor) O cotidiano de um office-boy, repleto de filas, esperas, trambiques, música e gente.Frankstein Punk (Direção: Cao Hamburger, Eliana Fonseca/ 1985/ 12 min./ cor) Filme de animação com bonecos e massa de modelar. Conta a história de Frank, uma criatura diferente que parte em busca da felicidade. Dizem que sou Louco (Direção: Miriam Chnaiderman/ 1994/ 12 min./ cor) Através de relatos dos que vêm sendo chamados de "loucos de rua" a cidade é captada em seus diversos ritmos e pulsações.Fast Frames (Direção: Leonardo Hallal/ 1999/ 11 min/ cor) Um casal vive na velocidade da cidade de Nova Iorque.Uma Casa muito Engraçada (Direção: Toshie Nishio/ 1996/ 3 min./ cor) Animação. Era uma casa que não tinha teto, não tinha nada.Local - Congregação Evangélica Luterana Ebenezer. Sábado, às18h30. Rua Januário Zíngaro 51 - Jardim Paris - Campo Limpo

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