Curta Alemão vence Festival de BH

O curta alemão Krasna Amerika (Bela América), do diretor alemão Peter Roloff, foi o vencedor do III Festival Internacional de Curtas-Metragens de Belo Horizonte. O cineasta recebeu por sua obra - a história de um vendedor de tecidos que usa cartas e imagens de filmes para convencer sua esposa a não abandoná-lo - R$ 5 mil. Na categoria escolha popular, reservada aos artistas nacionais, na qual concorriam 41 curtas, venceu O Branco, das diretoras Liliana Sulzbach e Angela Pires. O festival de curtas de BH teve início no dia 29 de maio e terminou na noite de ontem, quando foi realizada a cerimônia de premiação. Este ano, o público foi recorde: 13 mil pessoas, que durante 12 dias puderam assistir a 135 filmes, em três espaços diferentes da capital mineira. Somente depois dessa verdadeira maratona cinematográfica soube-se dos vencedores. Ambos, os escolhidos do júri e do público, receberam o troféu "Cinema é Cachoeira", homenagem à célebre frase do cineasta Humberto Mauro. O público também elegeu o Melhor Curta Mineiro: Perdemos de 1a 1, da diretora Patrícia Moran. A Associação Curta Minas entregou o Troféu Curta Minas - criado pelo artista plástico Amílcar de Castro - ao melhor curta mineiro: De Incerta Feita, dos diretores Bel Bechara e Sandro Serpa. Por fim, os críticos também tiveram o direito de optar por seus filmes prediletos. Nessa categoria venceram O Sanduíche, do gaúcho Jorge Furtado e Table Manners, produção belga da diretora Úrsula Meier.O júri oficial era formado pelo francês Laurent Crouzeix (do Festival de Clermont-Ferrand), pela dinamarquesa Anne Marie Kürstein (diretora de Relações Internacionais do Danish Film Institute) e pelo professor e pesquisador José Tavares de Barros.

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