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Cinema brasileiro vive seu dia de Hollywood

'Meu Nome Não é Johnny' e 'Estômago' lideram a disputa pelo troféu Grande Otelo com 14 indicações cada um

Teresa Ribeiro, do estadao.com.br,

14 de abril de 2009 | 19h42

A Academia Brasileira do Cinema entrega na noite desta terça-feira, 14, o Troféu Grande Otelo aos melhores da sétima arte em 25 categorias, em cerimônia realizada no Vivo Rio, no Parque do Flamengo, no Rio.  O prêmio chega à sua sétima edição e se consolida como um dos principais do País, ganhando até o nome de 'Oscar' do cinema brasileiro. São 25 categorias entre longas e curtas-metragens de ficção, documentário e animação lançados comercialmente durante o ano passado.

 

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Com 14 indicações cada um, dois filmes lideram a disputa pelo prêmio principal: Meu Nome Não é Johnny de Mauro Lima e Estômago de Marcos Jorge. Atrizes como Cláudia Abreu, Leandra Leal, Sandra Corveloni, Alice Braga e Andréa Beltrão e atores como Ary Fontoura, Selton Mello, Wagner Moura e João Miguel concorrem ao prêmio e dão brilho à festa que terá como mestre-de-cerimônias a atriz Marília Pêra e o ator e diretor Daniel Filho, que assina Se Eu Fosse Você 2, o grande campeão de público do cinema nacional da retomada (após a estagnação da era Collor), com mais de 5,3 milhões de espectadores.

 

A edição 2009 do Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro homenageia este ano o cineasta Nelson Pereira dos Santos, considerado precursor do Cinema Novo e diretor de Vidas Secas (1963), baseado na obra homônima de Graciliano Ramos, e de várias adaptações de clássicos da literatura brasileira para o cinema ou para a televisão, como Jubiabá (1987) de Jorge Amado, A Terceira Margem do Rio (1994) de João Guimarães Rosa, Raízes do Brasil (2004) de Sérgio Buarque de Holanda, entre outros.

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