Reprodução de 'Eduardo e Mônica' (2022)/Globo Filmes
Reprodução de 'Eduardo e Mônica' (2022)/Globo Filmes

CCXP: Globo Filmes apresenta lançamentos para 2022

Detalhes de ‘Grande Sertão Veredas’ e cenas de ‘Eduardo e Mônica’ e ‘Perlimps’ foram mostrados no painel da produtora

Matheus Mans, Especial para o Estadão

05 de dezembro de 2021 | 20h45

A Globo Filmes fez um passeio por seu cardápio de lançamentos nos cinemas na noite deste domingo, 5, em seu painel na CCXP Worlds 21. Um dos principais destaques da apresentação da produtora foram os detalhes de Grande Sertão Veredas, dirigido pelo cineasta Guel Arraes (O Auto da Compadecida). O longa é baseado na obra clássica de Guimarães Rosa e conta com Luísa Arraes, Caio Blat, Rodrigo Lombardi e Luis Miranda.  

No entanto, o filme não traz a mesma história do clássico da literatura. Ele, na verdade, transporta a história do livro de Guimarães Rosa para a realidade de uma favela chamada Grande Sertão. Foram mostradas fotos rodadas em 14 de novembro deste ano, com mais de 100 figurantes e 20 atores do elenco principal da produção.

Além disso, também pensando no público adulto, a Globo Filmes passou por produções que estão a ponto de chegar aos cinemas. É o caso de Eduardo e Mônica, O Palestrante, Juntos e Enrolados e do primeiro longa de Lázaro Ramos na direção, Medida Provisória. Todos os filmes chegam às salas de cinema do Brasil ainda no primeiro semestre de 2022.

Para os pequenos

Um dos focos da Globo Filmes no painel deste domingo na CCXP Worlds 21 foram as produções para crianças e adolescentes. Ao longo do painel, a produtora mostrou cenas de Turma da Mônica – Lições, Detetives do Prédio Azul 3: Uma Aventura no Fim do Mundo, Perlimps, nova animação de Alê Abreu, e Pluft, o Fantasminha. Este último, inspirado na história de Maria Clara Machado, ganhou o primeiro trailer e estreia em julho de 2022.

Na trama, acompanhamos a história do rapto de uma menina pelo pirata Perna-de-Pau -- e, ao seu lado, pode contar com a ajuda do fantasminha Pluft. Publicado em 1955, o livro de Maria Clara Machado é considerado um dos pilares da literatura infantojuvenil no Brasil. 

 

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