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Bill Condon refilma o clássico 'A Bela e a Fera'

Longa traz tecnologia de ultra geração e uma Emma Watson antenada com modernas causas sociais

Lindsey Bahr, AP

17 Novembro 2016 | 21h12

O crítico de teatro do New York Times Frank Rich chegou a considerar a trilha, de modo meio controverso, “a melhor trilha sonora da Broadway de 1991”. Assim, ficou acertado que o vibrante instrumental da introdução de Menken seria a primeira coisa ouvida no novo trailer do filme, divulgado na segunda-feira, 14, pela Disney.

Marcado para estrear em 1º de março de 2017, o filme tem como protagonistas Emma Watson, como a Bela, e Dan Stevens como a Fera, e um robusto elenco de apoio que inclui atores como Luke Evans, Exan McGregor, Stanley Tucci, Emma Thompson e Gugu Mbatha-Raw. O filme terá regravações de canções de Menken e Howard Ashman, além de músicas novas.

“Discutimos sobre como a tecnologia seria uma das razões para refilmar 25 anos depois, mas o fato é que o próprio gênero reviveu e as pessoas o estão aceitando mais. E só a música já garante mais audiência”, disse Condon, que também escreveu e dirigiu Dream Girls – Em Busca de um Sonho. “Parece que o público foi novamente fisgado.”

Sem surpresa, a sequência tecnicamente mais difícil foi Be Our Guest, na qual os utensílios domésticos, antropomorfizados, executam um número inspirado em Busby Berkeley para servir uma refeição a Bela. Não foi fácil. “Para nós, tratou-se de pegar algo que a animação faz com facilidade – imaginem velas dançando – e tornar real”, disse ele.

O filme, no entanto, não é apenas uma lembrança de A Bela e a Fera do passado. A Bela está mais moderna que a de 1991, vivida por uma atriz voltada para ações humanitárias e embaixadora da ONU. / TRADUÇÃO DE ROBERTO MUNIZ

 

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