Antonio Calanni/AP
Antonio Calanni/AP

Ar futurista da Armani fecha Semana da Moda de Milão

Plasticidade de tecidos e sobriedade de corte oriental foram os grandes protagonistas do desfile

EFE

19 de janeiro de 2011 | 13h09

O ar futurista visto na passarela de Giorgio Armani encerrou o calendário de desfiles da semana da Moda Masculina de Milão, que apresentou as tendências outono/inverno 2011 desde o último sábado, com marcas como Gucci e Dolce&Gabbana.

 

O designer italiano, que no domingo passado apresentou sua linha Emporio Armani, desfilou peças chaves da próxima temporada da marca Giorgio Armani. No desfile desta terça-feira, a plasticidade de alguns tecidos e a sobriedade de corte oriental são as dois grandes protagonistas.

 

O cinza, o azul e o preto são as cores predominantes em looks limpos, com destaque para as linhas dos blazers, calças e casacos, com formas que, em algumas ocasiões, lembram os pijamas: modelagem ampla e blusas mais ajustadas ao corpo.

 

Em meio a um festival de austeridade, Giorgio Armani, que no domingo passado anunciou que desenhará o vestido de noiva do casamento do príncipe Albert de Mônaco, Charlene Wittstock, aposta também em casacos longos, seguindo a tendência de outras marcas que passaram pela passarela nos outros quatro dias na capital da moda italiana.

No mesmo dia, a Dsquared2 apresentou sua coleção inspirada nos Amish dos Estados Unidos, na qual a combinação de preto e branco dita o passo do desfile.

 

A proposta da Dsquared2, dos irmãos canadenses Dean e Dan Catem, é a de um homem que veste jeans e jeans, combinados com as camisas brancas e casacos pretos ajustados, coroados por um chapéu de aba larga escuro.

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