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'Animais Fantásticos' conseguirá a mesma magia global de 'Harry Potter'?

Ambientado em Nova York em 1926, o filme que estreia mundialmente em 18 de novembro

Piya Sinha-Roy e Jill Serjeant, Reuters

09 de novembro de 2016 | 09h44

Os portões do mundo da magia de J.K. Rowling estão prontos para serem reabertos com Animais Fantásticos e Onde Habitam, mas ainda não se sabe se o spinoff com cinco filmes terá o mesmo encanto sobre o público que fez de Harry Potter um fenômeno global do entretenimento.

Sem livros bestsellers desta vez, Animais Fantásticos, que surge de uma pequena história de Rowling, irá testar se a audiência jovem que fez com que os oito filmes da saga Harry Potter arrecadassem 7 bilhões de dólares mundialmente para a Warner Bros irá assistir a um filme que se passa 70 anos antes de Harry Potter entrar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

Ambientado em Nova York em 1926, o filme que estreia mundialmente em 18 de novembro tem grande potencial. Se tiver sucesso, pode expandir a franquia de livros, brinquedos, fantasias e parques temáticos, à medida que Rowling estende geograficamente um mundo mágico previamente confinado ao Reino Unido.

Dez dias antes da estreia e ainda sem críticas, os analistas de bilheterias preveem uma arrecadação no fim de semana de estreia entre 75 milhões e 100 milhões de dólares na América do Norte, cerca de metade do que foi arrecadado com o último filme da saga Harry Potter, em 2011.

Publicado em 2011, Animais Fantásticos e Onde Habitam tomou forma com um pequeno livro, pertencente a Harry Potter, listando criaturas imaginárias e ilustrado com desenhos simples em caneta e tinta.

A Warner Bros posteriormente negociou com Rowling para transformar o livro em filme. Ela então criou a história que foca em Newt Scamander, interpretado por Eddie Redmayne, um "magizoologista" cujas criaturas guardadas em uma mala escapam.

A nova história foi bem-recebida pelo produtor de longa data dos filmes Harry Potter, David Heyman, e o diretor David Yates.

"Claro, você não tem a segurança de 150 milhões de pessoas terem lido os livros. Mas a vantagem das pessoas não saberem a história, não ficarem triste quando algo é esquecido, é uma dádiva", disse Heyman.

 

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