REUTERS|Mario Anzuoni
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Academia quer aumentar diversidade de indicados no Oscar

Objetivo é duplicar número de mulheres e 'integrantes com diversidade'. Pela segunda vez consecutiva não há negros entre atores indicados

Da redação, O Estado de S. Paulo

22 Janeiro 2016 | 19h35

Em uma votação unânime, o Conselho de Governadores da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas aprovou uma série de alterações substanciais destinadas a tornar a adesão da Academia mais diversificada. O objetivo é comprometer-se a duplicar o número de mulheres e diversos membros da Academia em 2020. "A Academia vai levar e não esperar a indústria para recuperar o atraso", disse o presidente da Academia Cheryl Boone Isaacs. "Estas novas medidas em matéria de governação e votação terão um impacto imediato e mudanças na composição de nossa associação."

As medidas começam a valer no final deste ano. Os novos membros agora vão poder votar por 10 anos e terão sua condição renovada se permanecerem atuando na indústria durante a década em questão. Além disso, os integrantes passam a ter voto vitalício depois de 30 anos de Academia, ou se forem indicados ao Oscar. "Estas novas medidas terão um impacto imediato para iniciar o processo e mudar significativamente a composição", disse o presidente da Academia.

A Academia vai auxiliar o processo tradicional no qual integrantes atuais indicam novos, promovendo uma campanha ambiciosa e global que identifique e recrute integrantes qualificados que representem mais diversidade.

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