Academia diz que lista com vencedores do Oscar é falsa

Documento, que teria vazado pela internet, continha lista que adiantava nomes dos ganhadores

EFE

20 de fevereiro de 2009 | 18h25

Um documento publicado na internet com os nomes dos supostos vencedores na 81ª edição do Oscar e que teria sido assinado pelo presidente da Academia das Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos foi qualificado hoje de "completa fraude" pelos membros da entidade.   Veja também: Suposta lista com ganhadores do Oscar vaza na internet  Especial: Os indicados ao Oscar 2009  Especial: 5º Oscar das salas de cinema   O texto, que possui a suposta assinatura de Sid Ganis, presidente da Academia, traz a lista completa dos vencedores deste domingo na cerimônia que será realizada no Teatro Kodak, de Los Angeles. Segundo o documento, Mickey Rourke seria eleito o Melhor Ator, enquanto Kate Winslet conquistaria o prêmio de Melhor Atriz, Heath Ledger, o de Melhor Ator Coadjuvante, e Amy Adams, o de Melhor Atriz Coadjuvante.   Além disso, "Quem quer ser um milionário?" e o cineasta Danny Boyle seriam escolhidos, respectivamente, o Melhor Filme e o Melhor Diretor.   "O documento é uma completa fraude", disse ao canal de televisão "E!" a porta-voz da Academia Leslie Unger, que explicou que os votos ainda estão sendo contados pela companhia Pricewaterhousecoopers(Pwc).   "Só há duas pessoas que saberão a lista completa de ganhadores antes de serem abertos os envelopes durante a cerimônia", afirmou Unger. "O presidente da Academia não é informado do resultado antes nem cria uma lista sobre isso", destacou.   As duas pessoas às quais Unger se refere são Brad Oltmanss e Rick Rosas, funcionários da Pwc, que contaram recentemente que, como todos os anos, farão o ritual de memorizar o nome dos vencedores. O envio das cédulas dos 5.810 membros eleitores da Academia só foi fechado na sexta-feira, e a Academia especificou que os resultado vão direto aos envelopes.

Tudo o que sabemos sobre:
oscarfilmescinema

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.