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A voz do negro no cinema

A Mostra 'Território Expandido' discute as relações entre os indivíduos, os grupos étnicos e as comunidades

Luiz Carlos Merten, O Estado de S.Paulo

05 Dezembro 2016 | 19h29

Houve, na Mostra, um debate muito importante sobre a voz do negro no cinema. Englobou a homenagem ao ator Antônio Pitanga, a exibição de filmes como O Nascimento de Uma Nação, de Nate Parker, e Pitanga, de Beto Brant e Camila Pitanga, além de um encontro com artistas como o diretor Jeferson De.

A discussão sobre a negritude volta na mostra de documentários Território Expandido, que teve sessão inaugural na noite de ontem, no Belas Artes, e prossegue desta terça, 6, até 10, na Unibes (Rua Oscar Freire, 2500). O evento surgiu com o objetivo declarado de tratar das relações entre os indivíduos, os grupos étnicos e as comunidades. O longa de abertura, Em Jackson Heights, de Frederick Wiseman, é sobre uma utopia em Nova York, um enclave onde coexistem imigrantes de diferentes origens.

Não só a negritude, portanto, e prova disso é o novo filme de Raymond Depardon, Os Habitantes. A voz do negro, porém, será fundamental. Hoje à noite, passa Pitanga, seguido de encontro com o diretor. Na quarta, à tarde, Ori, de Raquel Gerber, de 1989, pioneiro ao investigar a presença africana no Brasil, também seguido de debate com a cineasta. A curadora Regina Jehá resume dizendo que é um encontro para refletir, debater e compartilhar conhecimento e informações.

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