"A Partilha" chega aos cinemas.

A história de quatro irmãs que confrontam suas vidas, emoções e afetos após a morte da mãe chega aos cinemas dia 8 de junho. O filme A Partilha, baseado na adaptação da peça de Miguel Falabella, um dos maiores êxitos do teatro brasileiro, traz Glória Pires (Selma), Andréa Beltrão (Regina), Paloma Duarte (Laura) e Lilia Cabral (Lúcia) nos papéis principais.Levar o texto de Miguel Falabella para o cinema era um desejo antigo do diretor do filme, Daniel Filho. "Ao assistir à estréia de A Partilha, em janeiro de 1990, imediatamente assegurei os direitos de adaptação", conta o diretor. Mais de 10 anos depois, o projeto finalmente se concretizou. Depois de 18 dias de ensaios intensivos, as filmagens foram realizadas ao longo de cinco semanas, entre novembro e dezembro do ano passado, no Rio de Janeiro. A Partilha é uma co-produção entre Globo Filmes, Columbia Pictures e Lereby Produções. Com um orçamento de R$ 3 milhões, este é o sétimo longa-metragem da Globo Filmes. Daniel Filho e Miguel Falabella assinam o roteiro ao lado de João Emanuel Carneiro e o norte-americano Mark Haskell Smith.A história - Reunidas para o enterro da mãe, quatro irmãs se verão obrigadas a dividir muito mais que um amplo apartamento em Copacabana. Através da partilha dos bens -da venda do apartamento à divisão de um aparelho de chá de brinquedo -essas irmãs confrontarão suas opções, destinos, estilos de vida e expectativas. As divergências são inevitáveis, pois seguiram caminhos muito diferentes. Selma, casada com um militar (Herson Capri), leva uma vida disciplinada na Tijuca, seu bairro do coração. Regina, liberada, esotérica, não costuma se reprimir e tem uma visão "alto astral" da vida. Lúcia teve a coragem de abandonar um casamento e o filho para viver um grande amor. E Laura, a eterna caçula, revela-se uma intelectual sisuda e surpreende as irmãs com suas opções.Enquanto aguardam a divisão dos bens, essas mulheres viverão intensamente suas afinidades, problemas e diferenças. É um filme sobre dramas e comédias do cotidiano. "Acredito ter preservado a mesma emoção e comunicação da peça de Miguel, e espero ter acrescentado novos elementos que tornem essas quatro mulheres tão próximas de todas as mulheres", afirma Daniel Filho.

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