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50 motivos pelos quais amamos 'Star Trek' ao longo dos seus 50 anos

O novo filme da série 'Sem Fronteiras', que tem direção de Justin Lin, estreia nesta quinta; veja o trailer

Brett Weiss, The Star-Telegram

01 de setembro de 2016 | 14h39

Quando Kirk, Spock e colegas começaram sua “missão de cinco anos de duração”, há cerca de 50 anos, rumando corajosamente para “onde homem nenhum jamais esteve”, sequer imaginavam que os fãs continuariam obcecados por sua odisseia ao longo de todas estas décadas.

Com um elenco sempre variado, belas espaçonaves e um rico arsenal de engenhocas e máquinas, Star Trek/ Jornada nas Estrelas é o venerado ícone da cultura pop - tão exótico quanto qualquer programa da história da televisão, e entretanto tão americano quanto o beisebol e a música country.

Além de um número cada vez maior de continuações, filmes, objetos para colecionadores, memes na Internet, paródias e muito mais, inclusive pessoas que entraram no programa espacial por causa desta série, Star Trek/ Jornada nas Estrelas leva multidões de fãs a se reunir em salas de convenções, celebrando o fenômeno que tanto amam.

Bem programado, o novo Star Trek Sem Fronteiras estreia nesta quinta, 1º, nos cinemas brasileiros, pouco antes de a lendária série completar, no dia 8 de setembro, 50 anos de existência. Meio século de Jornada nas Estrelas. Foi assim que o programa e, mais tarde, os filmes começaram a ser lançados no Brasil, antes que virassem Star Trek (e como Star Wars também era Guerra nas Estrelas). A volta do título original tem a ver com as marcas, que são muito fortes. Sem fronteiras traz a nova roupagem dos velhos personagens - Kirk, Spock. O tempo - sua relatividade - tem estado presente na série toda, desde o início. As diferentes versões das pessoas. O que sou, serei, o que fui. Sem Fronteiras é sobre a destruição e a reconstrução da Enterprise. É sobre um admirável mundo novo, uma estação que parece um planeta, criada pelo homem e que o vilão Krall vai tentar destruir.

Como Star Wars, o mundo de Star Trek tem uma legião de fãs pelo mundo. Veja a seguir 50 razões pelas quais amamos essa série de filmes. 

1. Gene Roddenberry. Apelidado ‘O grande pássaro da galáxia’, o grande Roddenberry falecido em 1991 nos brindou com uma inteligente aventura de ficção científica, com uma variedade de elencos, ambientada num futuro otimista.

2. Majel Barrett, viúva de Roddenberry (falecida), não só interpretou o papel de Christine Chapel e de Lwaxana Troi, como emprestou sua voz ao computador da nave.

3. Fãs. Apelidados de Trekkers (de Star Trek, os nerds, ou Trekkies, os fãs super-nerdy, termo considerado pejorativo) são os mais devotados de todas as franquias da TV.

4. Bjo Trimble. O fã mais devotado de todos, Trimble organizou uma campanha Save Star Trek que garantiu uma terceira temporada da serie original.

5. Tribbles. Bonitinhos, peludinhos e adoráveis, que aparecem pela primeira vez em The Trouble With Tribbles (escrito pelo autor de ficção científica David Gerrold), parecem inócuos, mas são “inimigos mortais” dos Klingons.

6. Klingons. Guerreiros ferozes que valorizam a honra acima de tudo, os Klingons eram arqui-inimigos do comandante Kirk e sua tripulação, mas posteriormente se emendaram (mais ou menos).

 

7. James T. Kirk. O maior comandante de que se tem notícia, Kirk foi interpretado com grande elegância por William Shatner, que pronuncia suas falas de maneira hesitante para produzir um maior efeito dramático.

8. Imitadores de Shatner/Kirk pronunciam suas falas de maneira hesitante para maior efeito cômico.

9. A infame paródia do programa de TV Saturday Night Live em que Shatner diz: “Você, você deve ter quase 30 anos. Já beijou uma garota?”

10. “Me transporte, Scotty”. Kirk nunca disse estas exatas palavras ao engenheiro da nave Montgomery Scott (interpretado por James Doohan) num episódio, mas mesmo assim a frase se tornou um meme.

11. Spock. O melhor amigo, lógico, de Kirk, o Oficial Científico da missão, interpretado pelo grande Leonard Nimoy, morto há pouco mais de um ano, é metade vulcano, mas provavelmente é mais humano do que qualquer outro personagem da Jornada nas Estrelas. 

12. A compressão dos nervos de um vulcano. Algum Trekker digno dos seus cristais de dilítio não terá tentado esta manobra até deixar um dos seus amigos inconsciente pelo menos uma vez?

13. Diversidade infinita em combinações infinitas. Esta filosofia de Vulcano resume Jornada nas Estrelas, e cada série apresenta um elenco etnicamente diferente.

14. “Vida longa e próspera”. Bom conselho para toda forma de vida.

15. Garotas verdes com botas de cano longo. A série original de Jornada nas Estrelas tinha as criaturas extraterrestres mais bonitas da galáxia. 

16. Magro. Embora fosse um cara rabugento que odiava ser teletransportado, o saudoso Leonard McCoy, apelidado Magro, interpretado por DeForest Kelley, que morreu em 1999, foi o melhor médico deste lado da Zona Neutra Romulana.

17. “Eu sou um médico, não um pedreiro”. A frase mais memorável de Magro, durante o episódio The Devil in the Dark.

18. George Takei. Mais conhecido como oficial do leme Sulu, Takei teve uma existência produtiva depois da série, como defensor da comunidade LGBT.

19. Nichelle Nichols. Como oficial de comunicações Uhura foi a primeira afro-americana a desempenhar um papel importante não estereotipado na televisão. O próprio Martin Luther King Jr. elogiou seu trabalho.

20. The City on the Edge of Forever. Uma trágica história de amor (entre Kirk e Edith Keeler, interpretada por Joan Collins) é o melhor episódio de Jornada nas Estrelas já filmado. Nem as mexidas do estúdio no roteiro de Harlan Ellison conseguiram estragá-lo.

21. “Mirror, mirror”. Um Spock vilão exibindo uma barbicha. Já disse tudo.

 

22. Alegoria. Episódios como A Private Little War apresentaram um comentário velado sobre os sofrimentos da vida real - a Guerra do Vietnã, no caso.

23. “Spock’s Brain”. Tão feio que chega a ser bonito. ‘O cérebro de Spock’ é Jornada nas Estrelas para os fãs de Ed Wood (o pior diretor de todos os tempos). As orelhas pontudas de Spock também são assustadoras, embora inicialmente o temor dos executivos da rede fosse que ele parecesse demasiado “satânico”.

24. Teletransporte. Porque mais rápido é melhor, com a velocidade da luz.

25. O futuro é agora. Jornada nas Estrelas previu os telefones celulares, portas de correr, camas que fazem diagnósticos, discos de computador e muitas outras coisas.

26. Toon Trek. Star Trek: A Série Animada ganhou um Daytime Emmy Award para a melhor série infantil para a sua temporada 1974-75.

27. O holodeck. Introduzido na Série Animada, é a forma mais completa da realidade virtual; ele faz anos no espaço parecerem totalmente agradáveis.

 

28. Discussões amistosas. Kirk ou Picard? Jornada nas Estrelas: A Série Original ou Jornada nas Estrelas: a Geração Seguinte? Jogue xadrez em 3-D para determinar o vencedor.

29. Patrick Stewart. Ator shakespeariano, Stewart, no papel de Picard, introduziu uma ética primorosa, no estilo de “Pergunte antes; dispare os phasers depois” para o papel do comandante da Frota Estelar, separando A Geração Seguinte da Série Original.

30. “Atacar” e “Make it so” (instrução dada pelo comandante a um membro da tripulação para executar uma ordem). Picard dava em geral ordens educadas.

31. Data. Brilhante interpretação de Brent Spiner no papel do lugar-tenente Data, um androide cujo maior anseio é ser humano; ele é seguramente o terceiro maior personagem de Jornada nas Estrelas de todos os tempos (depois de Kirk e de Spock).

32. The Offspring (A descendência). Décimo sétimo episódio da série A Geração Seguinte em que Data gera uma mulher androide.

33. The Borg. Porque resistir é inútil. E muitas vezes assustador.

34. O melhor dos dois mundos. Picard como Locutus dos Borgs é arrepiante, principalmente quando o comandante William Riker (Jonathan Frakes) ordena à nave Enterprise “Fogo!” contra ele.

35. Deanna Troi. Interpretada por Marina Sirtis. A conselheira Troi é um dos membros mais classudos e bonitos da Frota Estelar, e definitivamente a mais intuitiva. 

36. Wesley Crusher. O personagem do menino que você adora odiar (ou simplesmente odeia). Embora gostemos do ator convidado Wil Wheaton em The Big Bang Theory.

37. Worf. Meio humano, meio klingon, Worf (Michael Dorn) participou de mais episódios de Jornada nas Estrelas do que qualquer outro personagem, e aparece como normal em A Geração Seguinte e as temporadas 4-7 de Jornada nas Estrelas: Deep Space Nine.

38. Benjamin Sisko. Imponente e reservado, Sisko (Avery Brooks) comanda uma estação espacial (Deep Space Nine) e não uma espaçonave, mas mesmo assim é um grande comandante.

39. René Auberjonois. No papel de Odo, um dos melhores e mais realizados personagens de Deep Space Nine, Auberjonois traz sutileza, apreensão, nuances e flexibilidade a um papel improvável, o de chefe da segurança.

40. Quark. Deep Space Nine é um episódio sombrio que trata de questões por assim dizer profundas como guerra, religião e política, mas Quark (Armin Shimerman) contribui com leveza e malícia ao processo. 

41. Poder das jovens. As mulheres tiveram papéis cruciais em Jornada nas Estrelas desde o começo, principalmente a comandante Kathryn Janeway de Jornada nas Estrelas: Voyager, interpretada com férrea determinação por Kate Mulgrew.

 

42. As aventuras do comandante Proton. Durante sua longa viagem de volta, Tom Paris (Robert Duncan McNeill) e Harry Kim (Garrett Wang) interpretaram capítulos deste seriado estilo anos 30 no holodeck, inclusive com imagens em preto e branco. Retrô, sem dúvida.

43. O ex-drone Borg Seven of Nine. Toda sequência de Jornada nas Estrelas precisou de um personagem baseado na lógica para substituir Spock. O de Voyager foi interpretado pela lindíssima Jeri Ryan.

44. Scott Bakula. A maioria dos fãs concorda que Jornada nas Estrelas: Enterprise é o episódio mais fraco da franquia, mas a fama de Bakula de Quantum Leap se consolidou como comandante Jonathan Archer.

45. Maratonas de filmes. Se você nunca ficou acordado a noite toda assistindo aos primeiros filmes de Jornada nas Estrelas com o elenco original não viveu de verdade.

46. Jornada nas Estrelas: A ira de Khan. Ou deveríamos dizer A Ira de Khaaaaaannn!!!?

47. As “naves” nucleares. Alguns dos momentos mais engraçados estão em Jornada nas Estrelas IV: A volta para a Terra, como aquele em que Pavel Chekov (Walter Koenig) repetia massacrando a palavra “ naves” com sua pronúncia russa.

48. J.J. Abrams. Antes de dirigir O despertar da Força (2015), Abrams revitalizou a franquia Jornada nas Estrelas com dois empolgantes filmes: Jornada nas Estrelas (2009) e Jornada nas Estrelas: Além da Escuridão (2013).

49. Um novo filme, Jornada nas Estrelas: Sem Fronteiras, que estreará nos cinemas dia 22 de julho, seguido por uma nova série de TV de Jornada nas Estrelas em 2017.

50. Netflix atualmente exibe de toneladas de Treks, inclusive a série completa, então o que estão esperando? Assistam a uma maratona das séries horas a fio, como nunca ninguém fez antes!

 

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