Vendas aumentaram no primeiro fim de semanda

CRESCIMENTO: Os editores vibraram com o primeiro fim de semana da Bienal do Rio: as vendas foram além do esperado. "Graças especialmente à presença da Meg Cabot e de Bernard Cornwell, nosso estande vendeu 30% a mais que no mesmo período, há dois anos", comentou Luciana Villas-Boas, diretora editorial da Record. De fato, a fila de compras invadia os corredores laterais.

Ubiratan Brasil e Roberta Pennafort, O Estadao de S.Paulo

15 de setembro de 2009 | 00h00

Preocupados com a crise econômica e com o pânico provocado pela gripe suína, os expositores esperavam um movimento fraco nesta edição. Surpreenderam-se: o volume de vendas, eles dizem, dobrou em relação a 2007. "Eu achei que menos escolas viessem, por conta da gripe, mas eu nunca vi tanta criança na minha vida!", atesta Gloriva Malvestite, da Sextante, que já trabalhou em duas bienais no Rio e uma em São Paulo.

"Por causa da crise, a expectativa era de que as pessoas comprariam menos. A bienal é um programa caro: R$ 12 para entrar, R$ 12 para estacionar e mais os livros", diz João Marcos dos Santos, da Objetiva, que oferece parcelamento e faz promoções para atrair mais compradores. Além de Luis Fernando Verissimo, bom vendedor sempre, fazem sucesso o novo dicionário Houaiss, já com a nova ortografia, e o livro Mentes Perigosas, de Ana Beatriz Barbosa Silva, bastante divulgado na novela recém-terminada Caminho das Índias.

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