Raio-X

Excesso de publicidade no hall de entrada foi um dos destaques negativos do evento. O patrocinador exagerou.Outro problema: o atendimento nos bares. Os atendentes só queriam vender uma cartela com 10 fichas por vez, que custava R$ 20. Mas, e se o consumidor queria apenas uma água (R$ 4)? Também não tinha troco miúdo.A ida ao Centro, ocupando um local tão bacana quanto o Cine Marrocos, e ajudando a dar vida a uma região degradada, foi um dos pontos altos. Além disso, a inclinação do espaço em que foi instalada a pista permitiu assistir aos shows mesmo do fundo.O fumódromo do festival foi instalado no hall do prédio, mas fumava-se em todo lugar e a ventilação não dava conta. Fumar em lugar fechado é algo que já deveria ter sido banido do show biz em SP.Para compensar, o serviço de limpeza funcionou. Havia muitos funcionários para levar ao lixo bitucadas de cigarro e copos jogados no chão.O estacionamento que o festival encontrou ficava a um quilômetro do Cine Marrocos, sendo que havia vários outros mais perto (embora providenciassem um bom serviço de vans para levar o público).Saldo VIP: o cantor Nando Reis, o artista plástico Aguillar (que foi para checar a tecnologia) e a atriz Chris Couto foram alguns dos que circularam pelo festival.

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