Os anônimos que são o verdadeiro sal da terra

Os esquecidos lembram-se de nós, mas nós nos lembramos deles? O escritor uruguaio Eduardo Galeano (1940) lembra-se dos que se tornaram invisíveis na história. Ele diz que esta obra, ao unir passado e presente, foi escrita para que eles não se percam. Os anônimos têm nomes. Os homens que ergueram os palácios e templos de seus amos renascem por meio da ficção. Galeano está preocupado em descortinar os vários mundos que existem no mundo. Ele joga luzes sobre o destino daqueles que são curiosos, portanto, condenados a perguntar, e dos que se rebelam e perdem, além dos loucos, chamados de lindos. Todos eles, embora não estejam em primeiro plano, seriam o verdadeiro sal da terra.

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