O barroco espanhol pela Capilla Real de Madrid

Grupo faz duas apresentações, hoje e amanhã, no Cultura Artística, sob regência de Oscar Gershensohn

João Luiz Sampaio, O Estadao de S.Paulo

07 Julho 2031 | 00h00

Mantendo a tradição de trazer ao Brasil alguns dos mais destacados conjuntos dedicados à interpretação historicamente informada, ou seja, de acordo com os instrumentos e técnicas da época em que as obras foram criadas, a Sociedade Cultura Artística promove hoje e amanhã concertos da Capilla Real de Madrid, que chega a São Paulo comandada por seu diretor musical, o argentino Oscar Gershensohn. O começo das atividades do grupo remonta ao início dos anos 90. Desde então, os músicos têm desenvolvido um trabalho importante em diversas frentes. Por um lado, dedicam-se aos grandes nomes do período barroco, com premiadas produções de obras como Dido e Enéas, de Purcell, Ácis e Galatéia, de Haendel, The Fairy Queen, de Purcell, e Orfeu e Eurídice, de Glück; de outro, eles foram e são responsáveis pelo resgate da música barroca espanhola. Os dois aspectos estão retratados no programa das apresentações no Teatro Cultura Artística. Na primeira parte, eles começam com o Oratório BWV 249, de Bach e, em seguida, partem para o Cântico HWV 268 - Foundling Hospital Anthem, de Haendel. Na segunda parte, dois autores espanhóis. De Francisco Corselli, interpretam a Missa Breve de Palacio; e, de José de Nebra, uma seleção de trechos da zarzuela, espécie de opereta, barroca Ifigenia em Tracia. As sopranos María Inmaculada Férez, Sara Matarranz e Mercedes Arcuri, a meio-soprano Marta Infante, o tenor Marcus Ullmann e o barítono Jose-Antonio Carril serão os solistas das apresentações.

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