Stefano Rellandini/Reuters
Stefano Rellandini/Reuters

Museus do Vaticano vão reabrir depois de 88 dias fechados

O anúncio foi feito depois que a Itália, que já registrou 87 mil mortes por coronavírus, relaxou as restrições à pandemia

Redação, AFP

30 de janeiro de 2021 | 12h39

Os Museus do Vaticano, onde está localizada a famosa Capela Sistina, anunciaram que reabrirão na segunda-feira, depois de permanecerem fechados por 88 dias devido à pandemia de coronavírus, no que foi o maior fechamento desde a Segunda Guerra Mundial.

Suas mundialmente famosas coleções estarão abertas de segunda a sábado, mas os visitantes deverão reservar seus ingressos com antecedência e terão um horário de entrada.

O fechamento foi a ocasião de realizar obras de manutenção e restauro. Especificamente, os afrescos do século 15 nas paredes laterais da Capela Sistina, que recebe seis milhões de visitantes anualmente, foram limpos.

"Os museus do Papa esperam por vocês com prazer", anunciou a instituição cultural em um comunicado.

O anúncio foi feito depois que a Itália relaxou as restrições à pandemia a partir de segunda-feira, 1º. Isso permitirá que bares, restaurantes e museus reabram com restrições em uma parte do país. 

Apúlia, Sardenha, Sicília, Umbria e a província autônoma de Bolzano continuarão sujeitas a severas restrições, que passarão de domingo para o nível de alerta “laranja” (risco médio), enquanto o resto da Itália vai para o nível “amarelo" (risco moderado).

O toque de recolher noturno permanecerá em vigor em todo o país e nenhum bar ou restaurante poderá servir mesas a partir das 18h. 

A Itália, um dos países mais afetados pelo coronavírus, registrou até agora mais de 87 mil mortes.

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