AFP
AFP

Museu Picasso é reaberto em Paris após cinco anos de reformas

Situado em uma mansão do século 17 no bairro de Marais, abriga uma das maiores coleções do mundo do trabalho do artista espanhol

Michel Rose, REUTERS

25 de outubro de 2014 | 12h10

O Museu Picasso foi reaberto neste sábado, 25, em Paris, após cinco anos fechado para uma custosa restauração, em meio a pedidos do presidente Francois Hollande de que a nação use a inspiração do artista espanhol para sair da crise.    O museu, situado em uma mansão do século 17 no bairro de Marais, abriga uma das maiores coleções do mundo do trabalho de Picasso.

A reabertura ocorre bem no dia 25 de outubro, o aniversário do artista, que nasceu em Málaga, na Espanha, em 1881, mas passou a maior parte da sua vida adulta na França, até a sua morte, em 1973.    A renovação do museu, lar de mais de 5.000 pinturas, esculturas, gravuras e arquivos pessoais de Picasso, foi marcada por seguidos atrasos, brigas e polêmicas.    Anne Baldassari, presidente do museu por nove anos, foi demitida em maio após uma discussão pública com seus funcionários e a ex-ministra da Cultura, Aurelie Filippetti, também demitida em agosto.    Ao inaugurar o museu na manhã deste sábado, Hollande afirmou que a modernidade e a energia de Picasso deveriam inspirar a França.    "Você não constrói nada com nostalgia. Pablo Picasso foi um pintor do futuro, de esperança, de conquistas. Ele se libertou das regras do passado. Ele era de vanguarda. E a França é um país de vanguarda", disse.    A renovação, que custou cerca de 52 milhões de euros, triplicou o espaço de exibição em cinco andares e tornou o museu mais acessível, para atrair até um milhão de visitantes por ano.

Tudo o que sabemos sobre:
Museu PicassoParisExposição

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.