Dmitry Kostyukov/The New York Times
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Louvre posta quase meio milhão de obras na internet

O museu mais frequentado do mundo está fechado há vários meses devido à pandemia. No ano passado, as visitas ao site aumentaram para 21 milhões, enquanto nas redes sociais o Louvre conquistou dez milhões de seguidores

Agências, AFP

26 de março de 2021 | 13h12

PARIS, FRANÇA - Quase meio milhão de obras do Louvre já estão acessíveis na internet, incluindo aquelas que não estão fisicamente expostas, anunciou nesta sexta-feira, 26, o museu parisiense.



"É uma etapa que preparamos há muitos anos, tanto para o público em geral como para os profissionais", disse o presidente do Louvre, Jean-Luc Martínez, por videoconferência.

O museu lançou um novo banco de dados, collections.louvre.fr. O novo site já inclui 482.943 registros amplamente ilustrados, ou cerca de três quartos de todas as suas coleções.

São obras expostas fisicamente, mas também aquelas que estão armazenadas, inclusive nas novas instalações ultramodernas de Lievin, no norte da França.

Também é possível visitar virtualmente o museu Delacroix, pertencente ao Louvre, bem como as esculturas dos jardins das Tulherias e as obras recuperadas após a Segunda Guerra Mundial, que aguardam ser devolvidas às famílias judias saqueadas pelos nazistas.



O Louvre está fechado há vários meses devido à pandemia. No ano passado, as visitas ao site louvre.fr aumentaram para 21 milhões, enquanto nas redes sociais conquistou dez milhões de seguidores. 

De acordo com o jornal Le Figaro, o site do museu está mais ergonômico, mais visual, mais imersivo, mais narrativo, e é acessível em francês, inglês, espanhol e chinês, sendo também um grande espaço para imagens e vídeo. Foi pensado principalmente para uso prático em tablet ou smartphone. De fato, estudos mostram que 60% das consultas já foram feitas por esse meio.

O museu mais frequentado do mundo registrou apenas 2,7 milhões de visitas durante os seis meses em que abriu em 2020, em comparação com 9,6 milhões em todo o ano anterior.

 

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